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Os Informativos de Rentabilidade apresentam mensalmente o desempenho dos planos administrados pela Desban. Selecione abaixo o plano desejado para visualizar os indicadores atualizados.
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Agosto foi marcado por uma leve melhora em alguns dos principais indicadores econômicos, sem, no entanto, alterar de forma significativa o cenário que vem orientando os mercados. Em diversas economias, os dados passaram a mostrar uma desaceleração mais clara da atividade, enquanto a inflação ainda permanece acima das metas estabelecidas pelos bancos centrais.
No Brasil, o Banco Central manteve o processo de redução da taxa Selic, com um corte de 0,25% em agosto. A decisão ocorreu em um cenário de desaceleração da atividade econômica e de sinais de moderação da inflação. Entre os principais sinais de enfraquecimento da demanda, destacam-se a menor concessão de crédito e a piora dos indicadores de inadimplência. Pelo lado da inflação, o IPCA de agosto foi de -0,32%, abaixo do 0,07% registrado em julho. No ano, o IPCA acumula alta de 3,11% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,22%.
A proximidade das eleições tem aumentado a atenção do mercado em relação à disputa presidencial e aos possíveis impactos sobre a política econômica. A percepção de que poderá haver maior compromisso com o ajuste fiscal à frente contribuiu para alguma redução dos juros reais de longo prazo. Apesar disso, essas taxas ainda permanecem acima dos níveis observados nos primeiros meses do ano. A Selic rendeu 1,09% no mês, já o IMA-B (cesta de Títulos Públicos Indexados à inflação) rendeu 1,58% e o IMA-B5 (cesta de Títulos Públicos Indexados à inflação até 5 anos) rendeu 1,28% e, por último, o IRF-M (cesta de Títulos Públicos Pré-Fixados) teve retorno de 1,04%.
Nos Estados Unidos, a economia continuou apresentando um desempenho relativamente forte, sustentado principalmente pelo consumo das famílias e pelos investimentos das empresas, com destaque para o ciclo de investimentos em tecnologia e inteligência artificial. Apesar da resiliência da atividade econômica, a inflação e a situação fiscal continuam sendo fatores importantes para a definição dos próximos passos da política monetária. A taxa básica de juros do Federal Reserve permaneceu entre 3,50% e 3,75%, mantendo as condições financeiras ainda restritivas.
Na Europa, a economia também mostrou sinais de resistência, mas a inflação voltou a ganhar importância. A inflação acelerou para 3,3% em agosto, pressionada principalmente pelos preços de energia. A combinação de uma atividade econômica mais firme com uma inflação ainda elevada reduz o espaço para que o Banco Central Europeu (ECB) acelere o processo de redução dos juros.
Na China, os indicadores de atividade continuam fracos, principalmente no varejo e na construção civil. Por outro lado, a indústria e o setor exportador apresentaram melhor desempenho, com destaque para os segmentos ligados às novas tecnologias. O cenário mostra uma recuperação ainda desigual da economia chinesa, com maior resistência dos setores industriais e externos, enquanto a demanda interna continua sendo um ponto de atenção.
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